Resumo
O segundo episódio da série Mapas para Futuros Mais Justos examina como os mapas moldaram o mundo moderno durante a era da conquista e colonização. Os primeiros cartógrafos europeus tiveram dificuldades em representar terras que nunca tinham visto, enquanto os mapas indígenas ofereciam suas próprias visões, muitas vezes ignoradas ou apagadas. Avanços como os mapas portulanos, a imprensa e a projeção de Mercator transformaram a cartografia em uma disciplina científica, mas os mapas também carregavam mitos, monstros e estereótipos coloniais. Eles refletiam ambições imperiais, justificavam a dominação e obscureciam o conhecimento indígena que era essencial para a sua criação. Apesar da destruição, a influência indígena persiste, lembrando-nos que cada mapa conta histórias de poder, imaginação e mundos disputados.
Roteiro: Laura Pensa e Federico Scigliano
Supervisão e coordenação: Tulia Falleti, Deidre Rodríguez-Rocha, Ann Farnsworth-Alvear, Evelyne Laurent-Perrault
Produção e realização: El Perro en la Luna
Citação
Pensa, Laura, El Perro en la Luna, e Federico Scigliano. 2024. 'Mapas para Futuros Mais Justos: Episódio 2. Mundos Imaginados, Monstros e Fantasia'. Despossessões nas Américas. https://dia.upenn.edu/pt/content/PensaL005/






