Resumo
Local: Museu de Arte Contemporânea em Quito, Equador.
RAÍZ foi uma provocação para pensar de maneira crítica acerca das práticas artísticas contemporâneas e sua relação com nações indígenas, natureza, pachama, extrativismo e dissidência sexual. Foi um chamado para o comprometimento do papel da arte em momentos políticos, reinvindicações e lutas sociais. As obras exibidas nesse espaço refletiram sobre batalhas importantes por territórios e recursos naturais, raça, dissidência de gênero, vidas que foram marcadas pela migração, práticas de cultura popular e resistências contra o extrativismo e a desapropriação.

Las Nietas de Nonó. Frame de FOODTOPIA: después de todo territorio. 2021. Vídeo digital (cor, som). Cortesia das artistas
Obras de 22 artistas contemporâneos e de coletivos de artistas dos EUA, América Latina, Caribe e América Central exploraram as formas inter-relacionadas em que noções de identidade e território, abordadas a partir da arte contemporânea, funcionaram como instrumentos para uma inclinação orgânica em direção a outras maneiras de criação de mundo, outras formas de se viver, sentir e saber. As experiências apresentadas induziram os sujeitos a desmantelar as estruturas de poder, herança da colônia e da modernidade, e a substitui-las com pensamentos e emoções que indagam e reconsideram criticamente nossos passados coloniais e o conceito de progresso nas Américas.

Vista da instalação Raíz no Centro de Arte Contemporânea em Quito, Equador.
A exibição foi dividida em três áreas temáticas: Jardins selvagens – a desapropriação da natureza, sua domesticação e extrativismos; O conhecimento sobre o corpo – identidades, violência, ritos e espiritualidades; e Deslocamento de território – geografias críticas e tendências anticoloniais pela região dos Andes e no Caribe.
Artistas Participantes: Karina Aguilera Skvirsky (Equador /EUA); Felipe Baeza (México / EUA); Tania Bruguera (Cuba); Saskia Calderón (Equador); Seba Calfuqueo (Chile); Carolina Caycedo (Reino Unido / Colômbia); Gian Cruz (Filipinas); Colectivo Ayllu (Migrantes transgresores del Reino de España); Comunidad Catrileo+Carrión (Chile); Frau Diamanda/Héctor Acuña (Peru); Arisleyda Dilone (República Dominicana); Lucía Egaña (Chile/ Espanha) y Julia Salgueiro (Brasil/Espanha); Camilo Godoy (Colômbia / EUA); Regina Jose Galindo, (Guatemala); Kasumi Iwama (Japão/ Equador); Las Nietas de Nonó (Porto Rico); José Luis Macas (Equador); Carlos Martiel (Cuba/ EUA); Joiri Minaya (República Dominicana/ EUA); Lizette Nin (República Dominicana/Espanha); Daniela Ortíz (Peru) y Óscar Santllán (Equador/ Países Baixos)

don’t blame us for what happened, Colectivo Ayllú, 2019-2020, instalação mista com impressão, projeção de vídeo, áudio e altar. Cortesia dos artistas.
Leitura complementar: https://artishockrevista.com/2022/01/26/raiz/
Citação
Carrera, Eduardo, e Georgie Sánchez. 2022. 'RAÍZ'. Despossessões nas Américas. https://dia.upenn.edu/pt/content/CarreraE001/






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