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Lendo em Inglês

Obra de arte

No nos culpes por lo que pasó [Do not blame us fow what happened]

  • Colectivo Ayllu

Publicado: 2020

Mídia: Installation

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Lendo em Espanhol

Obra de arte

No nos culpes por lo que pasó

  • Colectivo Ayllu

Publicado: 2020

Mídia: Instalación

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Obra de arte

No nos culpes por lo que pasó [Não nos culpe pelo que aconteceu]

  • Colectivo Ayllu

Publicado: 2020

Mídia: Instalação

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Resumo

O trabalho do Coletivo Ayllu se focaliza no nosso passado colonial e se relaciona com o patrimônio cultural abordado temas e aspectos históricos, sociais e culturais que são essenciais para nosso patrimônio e legado. Estas obras exploram as consequências e as marcas que o colonialismo deixou nas nossas sociedades, refletindo sobre como essas experiências buscaram dar forma a nossa identidade coletiva. No entanto, resistimos através de nossos ancestrais e ayllus, opondo resistência contra estas influências.

Esta instalação multimídia convida os espectadores a fazer uma viagem labiríntica através das quatro estações, apresentando-se como uma huaca andina, um lugar sagrado. Desse ponto de vista, critica a construção ocidental e heterossexual do projeto colonial que começou em 1492, destacando o papel instrumental que os cães tiveram nos atos de tortura. Destaca que este projeto repressivo não concluiu com o final da era colonial, pelo contrário, multiplicou seu poder de maneira contínua através de manifestações contemporâneas como as fronteiras, as forças policiais e os centros de detenção para estrangeiros. Além disso, a instalação recupera formas de resistência espiritual que perduraram em Abya Yala - o nome que os Indígenas davam às Américas - apesar da violência em curso. Para dar vida a esta instalação, o coletivo que está por trás dela criou “paredes moles” inspiradas nas imagens e colagens que criaram durante sua residência no Australian Print Workshop, em Melbourne, em 2019. Esses elementos se combinaram com um solo de areia, iluminação variada, fragrâncias, gravações de som e vídeos. A viagem culmina com uma celebração do “perreo”, uma dança associada à música reggaetón. Uma das principais mensagens transmitida por esta instalação é a afirmação de que a culpa não é das comunidades marginalizadas, mas das estruturas dominantes, brancas e cristãs. A obra desafia e questiona estas dinâmicas de poder, convida os espectadores a examinar criticamente o legado do colonialismo e suas implicações atuais, e abraça e celebra as formas de resistência e resiliência que continuam dando forma a Abya Yala.

Citação

Colectivo Ayllu. 2020. 'No nos culpes por lo que pasó [Não nos culpe pelo que aconteceu]'. Despossessões nas Américas. https://dia.upenn.edu/pt/art/AECU010/

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