Resumo
A obra de Guajajara funciona como uma plataforma para preservar e revitalizar as narrativas Indígenas, oferecendo uma perspectiva visionária que se contrapõe à marginalização do conhecimento Indígena e abraça o potencial de um futuro moldado por vozes Indígenas e resiliência cultural. O trabalho se cruza com o patrimônio cultural ao preservar a sabedoria Indígena, com o corpo ao desafiar a assimilação e afirmar a autonomia e com o território ao reivindicar a importância das perspectivas Indígenas na construção do futuro.
Abordando temas como hibridismo, assimilação, autonomia e o impacto da civilização tecnocêntrica, a obra de Zahy Guajajara Karaiw a’e wà (Os civilizados) explora o Futurismo Indígena como um meio de desafiar o apagamento histórico da sabedoria, das tecnologias e das expressões artísticas Indígenas. A obra de Guajajara funciona como uma plataforma para preservar e revitalizar as narrativas Indígenas, oferecendo uma perspectiva visionária que contraria a marginalização do conhecimento Indígena e abraça o potencial de um futuro moldado por vozes Indígenas e resiliência cultural.
Citação
Guajajara, Zahy. 2022. 'Karaiw A'e Wà (Os Civilizados)'. Despossessões nas Américas. https://dia.upenn.edu/pt/art/ABRA052/

